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3 dicas para ficar magra e saudável após os 30 anos

publicado em 14 de de dezembro 2015 por Evelyn Cristine | comentar

Por Leonardo Vale | Foto Shutterstock | Adaptação Web Evelyn Cristine

Confira estratégias de exercícios e alimentação certeiras que ajudam a driblar as alterações de metabolismo que chegam a partir da terceira década de vida.

3 dicas para ficar magra e saudável após os 30 anos

3 dicas para ficar magra e saudável após os 30 anos

Sabe aquela velha história de que, com o passar dos anos, emagrecer se torna cada vez mais difícil? Então, essa afirmação está mais do que correta. Tudo isso por conta das mudanças que ocorrem no corpo da mulher ao longo da vida. Um bom exemplo é o que acontece com o nível de energia gasto para manter as funções vitais do organismo em repouso, a chamada taxa metabólica
basal. Após a terceira década de vida, ela diminui aproximadamente 1% ao ano. “Isso significa que,
se a pessoa permanecer comendo a mesma quantidade de comida ao longo do tempo e praticando exatamente a mesma quantidade de atividade física, ela irá engordar”, resume Roberta Frota, endocrinologista do Hospital 9 de Julho (SP).

3 dicas para ficar magra e saudável após os 30 anos

De olho nas mudanças

A chegada da tão famosa – e muitas vezes temida – menopausa, entre o final dos 40 anos e início dos 50 anos, também é marcada pela queda bastante acentuada dos hormônios estrógeno e progesterona, que são produzidos pelos ovários e liberados durante o ciclo menstrual. A mudança pode resultar em diversas alterações no organismo, como perda da libido, alterações no humor e no sono, aumento da gordura abdominal e diminuição da massa magra. “Como a musculatura exige certo gasto calórico para a sua manutenção, a perda de massa magra também interfere no metabolismo. Por isso, é importante a mulher amadurecer mantendo o peso equilibrado com alimentação e exercícios físicos diários. Se ela já iniciar o processo acima do peso, a tendência será piorar”, orienta Roberta.

Sem medo do novo

Outros fatores podem colaborar indiretamente para que o emagrecimento trave após os trinta anos. Com as mudanças hormonais, pode haver menor disposição para praticar atividades físicas, ou seja, a famosa preguiça e, com isso, o gasto de energia não acontece, acumulando ainda mais as calorias consumidas ao longo do dia, o que favorece o aumento de peso na balança. A queda de estrógeno também pode levar à diminuição na produção de serotonina, neurotransmissor vinculado à sensação de bem-estar. Tal alteração é um passinho para crises de ansiedade ou depressão, dupla que costuma interferir na quantidade de comida levada ao prato, além da maior propensão aos ataques constantes à geladeira.

Corra para a academia!

O lado bom da história é que a prática de exercícios físicos, aliada a uma alimentação equilibrada, continuam sendo a boa saída para que a mulher madura sele a paz com o seu corpo. “Realizar atividades que goste é o primeiro passo. E pode ser em grupo, já que é uma forma de criar novas amizades”, sugere Flavia Krahenhofer, psicóloga (SC). A busca pelo corpo saudável, claro, deve vir sem neuras. Afinal, há aspectos do amadurecimento que não podem ser mudados. “Para não deprimir em função do corpo, em qualquer idade, a mulher deve praticar a autoaceitação. Se ela for obcecada pela juventude, não se aceitar, não se achar bela e feminina, terá problemas emocionais”, reforça.

Revista Dieta Já! Ed. 248

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